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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Pôster panorâmico com detalhes da trama de "The Hobbit". Incrível!


Essa(s) imagem(ns) vale(m) por mil palavras...

A foto panorâmica que está abaixo será vista em modo ampliado após clicarem sobre ela. As imagens (ou cenas mescladas) mostram grandes passagens da trama do filme e, para quem leu o livro, é possível ver a fidelidade com a trama. As expectativas são grandes, mas... I believe in Peter Jackson.

Clique para se emocionar
Detalhe do poster panorâmico acima


quarta-feira, 6 de junho de 2012

Warner inicia planejamentos para o filme da Liga da Justiça


Fonte: Variety
Embora a Disney e Marvel estivessem ocupados filmando "Os Vingadores" no ano passado, a Warner Brothers começou discretamente a estruturar sua própria linha de super-heróis "all-star" ao escalar o escritor Will Beall para roteirizar o longa da Liga da Justiça, da DC Comics.

A Warner Bros não comentou sobre quis comentar sobre o aluguer de top-secret, o que, devido ao seu tempo, era mais na expectativa de - ao invés de uma reação - ". Os Vingadores" do sucesso de bilheteria de

Beall ainda tem que elaborar seus script para "Justice League", mas ele tornou-se o escritor favorito da Warner. Ele está escrevendo o roteiro para o reboot de "Máquina Mortífera", entre outros projetos.

A Warner inicialmente tentou montar uma "Liga da Justiça" em filme há vários anos, com George Miller dirigindo a partir de um roteiro de Kieran e Michele Mulroney, mas sem sucesso. Em janeiro de 2008, o estúdio citou a falta de incentivos fiscais como o principal motivo que estagnou o projeto. Outro fator para o descarte do projeto foi a greve dos roteiristas. Muitos já haviam desistido da possibilidade de que a Liga realmente viesse a ocorrer, porém as notícias são muito animadoras.

Noticiou-se, ainda, a elaboração de roteiros/projetos para "The Flash", "Mulher-Maravilha" e até "Lobo". Vale aguardar e torcer muito para que essa competição salutar entre Marvel e DC renda ótimos filmes.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Youtube e os filmes da MGM



Duas semanas após fechar um acordo com a Paramount, o Google anunciou nesta terça-feira (17) uma nova parceria, dessa vez, com o estúdio de cinema Metro Goldwyn Mayer, a MGM. Isso oferecerá filmes e outros conteúdos em vídeo para o YouTube e o Google Play.
O acordo coloca o Google em uma posição muito importante no mercado de filmes online, pois a gigante da Internet contará com um acervo de mais de 600 filmes, o que representa quase nove décadas de história e tradição da MGM no mundo da produção cinematográfica. Eles estarão disponíveis inicialmente para os Estados Unidos e Canadá. Por enquanto, não há previsão de lançamento para o Brasil.
om essa parceria, a empresa possui ao seu lado cinco dos seis principais estúdios de Hollywood, além de mais de outros 10 independentes, o que garante um vasto acervo para os cinéfilos e internautas em geral.
Para compreender os reflexos dessa parceria, o usuário terá à sua disposição os títulos West Side Story, O Exterminador do Futuro, Robocop, a série de filmes Rocky, entre outros. A MGM promete adicionar mais títulos nas próximas semanas.
O YouTube oferece o serviço de aluguel de filmes nos Estados Unidos desde 2010, e no mês de abril foi anunciado o serviço de streaming de filmes com títulos oferecidos pela Warner Bros., Sony Pictures, Universal e Lionstage.

Fonte: Tech Tudo

sábado, 31 de março de 2012

Batman - O Cavaleiro das Trevas: a próxima animação da Warner


Fonte: Universo HQ
Por Samir Naliato 

Já se sabia que a Warner Bros. vinha desenvolvendo uma animação baseada na clássica história Batman - O Cavaleiro das das Trevas, de Frank Miller.
Durante a convenção WonderCon, realizada no último final de semana, isso não só se confirmou como foi revelado que a produção já se encontra em estágios avançados e cenas foram mostrados para os fãs que compareceram para assistir à exibição de Superman vs The Elite. Quem esteve presente comentou que a animação parece bem fiel à HQ.
O lançamento da animação ainda não tem uma data confirmada, mas acontecerá no final do ano, provavelmente em outubro. Assim, fecham-se os tradicionais três lançamentos anuais da linha Warner Premiere baseados em histórias com os super-heróis da DC Comics. Em 2012, são eles: Justice League - Doom, Superman vs The Elite e Batman - O Cavaleiro das Trevas.
Batman - O Cavaleiro das Trevas foi lançada originalmente em 1986 como uma minissérie em quatro partes escrita e desenhada por Frank Miller, arte-final de Klaus Janson e cores de Linn Varley. A obra é considerada um clássico dos quadrinhos norte-americanos, e uma das histórias mais importantes já feitas com o personagem.
A história mostra Bruce Wayne aposentado, aos 55 anos, tentando levar o que mais se aproxima de uma vida comum, mas a onda de crimes em Gotham City não o deixa em paz. Até que ele resolve vestir novamente o manto do morcego e, uma vez mais, perseguir os criminosos pelas ruas, o que desencadeará uma série de eventos que pode significar a destruição da cidade.

Conheça um pouco mais sobre a edição quadrinizada em Dark Night Returns

quinta-feira, 29 de março de 2012

Resenha: Liga da Justiça (a Legião do Mal)



Por: Franz Lima
Este é mais um desenho animado produzido pela Warner com o selo da DC. Como já vi muitas outras produções do gênero, pensei que seria apenas mais um entre tantos. Ledo engano...

Liga da Justiça é uma produção de peso. Ao contrário de alguns outros anteriormente lançados, a violência é abordada com um pouco mais de veracidade. Em suma, quando um herói ou vilão recebe um golpe realmente forte, seqüelas serão notadas. E é assim em todo o desenrolar da história.

Outro ponto interessante da trama é a similaridade com a minissérie Justiça, desenhada por Alex Ross. Vilões - insatisfeitos com suas constantes derrotas - decidem se unir para acabar com seus antagonistas. Ódio de muitos anos acumulado é exposto e posto para fora, gerando um intrincado plano que traz graves consequências para todos os alvos. 

O início do longa-metragem se dá com um assalto à um banco. A Gangue de Espadas é descoberta pelo Batman que tenta detê-los. Contudo, algo muito diferente está acontecendo, pois os integrantes da gangue estão equipados com muita tecnologia, mais violentos e espertos. O confronto entre a Gangue e a Liga da Justiça é inevitável e traz algumas surpresas que terão reflexos mais adiante.

Vandal Savage
O que se passa a seguir é um emaranhado de espionagem, vingança, violência e megalomania. O destaque da trama é  Vandal Savage, um indivíduo milenar que busca impor suas vontades a todo o mundo, subjugando a humanidade pelo poder da violência.

Voltando à comparação com Justiça, este LJA - Legião do Mal - tem uma diferença primordial: no primeiro, os vilões são aqueles que fizeram parte do clássico desenho animado da década de 1970, enquanto os vilões desta versão estão mais atualizados. Entre os novos vilões estão Bane, Mulher Leopardo, Metallo, Mestre dos Espelhos, Estrela Safira e Malefach.

Os heróis do longa animado são Batman, Mulher-Maravilha, Superman, Flash, Lanterna Verde e Ajax, o marciano. Há ainda uma participação especial do Cyborg, antigo integrante dos Novos Titãs. 

Vi a versão dublada do desenho animado e, garanto, não me arrependo. A dublagem está impecável, provando que nossos profissionais estão cada vez mais sérios. O resultado final da dublagem é impecável, com destaque para a sempre brilhante atuação de Guilherme Briggs, como o Superman.

Os desenhos estão excelentes e a animação flui. Há passagens que lembram bastante a estética dos animes japoneses, mas isso não é demérito, já que muitos trabalhos de altíssimo nível são de origem japonesa. 

Um destaque que não posso deixar de citar é a homenagem feita aos Superamigos, a animação, onde podemos ver uma nova base da Legião do Mal, muito similar à sua antecessora.

Enfim, aos que desejam um ótimo desenho (ainda que com uma trama não muito complexa), combates bem elaborados, narrativa envolvente e uma grande homenagem ao clássico desenho "Superamigos", podem adquirir o DVD ou Blu-Ray que, certamente, não irão se arrepender.

Ficha Técnica
Título no Brasil: Liga da Justiça: Doom
Título Original: Justice League: Doom
País de Origem: EUA
Gênero: Animação
Classificação etária: Livre
Tempo de Duração: 87 minutos
Ano de Lançamento: 2011
Estúdio/Distrib.: Warner Premiere/DC Entertainment
Direção: Lauren Montgomery





sexta-feira, 16 de março de 2012

Internet, cinema e Hollywood: o futuro é a coexistência.



Apesar da queda de público nos cinemas, Hollywood vê internet com otimismo

BROOKS BARNES
DO "NEW YORK TIMES", EM LOS ANGELES 


O público dos cinemas em 2011 foi o menor em 16 anos. As vendas de DVDs não param de despencar. Mas Hollywood vê razões para otimismo.
Afinal, não é a indústria fonográfica.
Em vez de passar por um "momento Napster" --a armadilha digital que inicialmente dizimou as gravadoras por causa do download ilegal e depois levou à migração para o download legal, quase exclusivamente por intermédio do iTunes--, Hollywood selou vários acordos que lhe dão uma sensação de maior controle.
O Google está desenvolvendo um equipamento de entretenimento doméstico e várias empresas de mídia têm planos para serviços on-line de streaming.
Ninguém terá monopólio da distribuição pela internet dos programas de televisão e filmes de Hollywood. Com mais compradores, haverá maior alavancagem e conteúdo mais caro.
"O clima mudou de 'Ah, meu Deus, nossos modelos de negócio estão quebrados e vamos ser canibalizados' para algo que parece euforia", disse Peter Guber, presidente do Mandalay Entertainment Group, que trabalha com cinema, TV e esportes. "Os estúdios veem um mercado on-line robusto e em aceleração."
Grandes compradores de filmes e programas de TV estão aparecendo por todo lado na web. A Netflix, com serviços de streaming e de DVD pelo correio, já disputa agressivamente o conteúdo de Hollywood.
Num claro desafio à Netflix, a Verizon e a Redbox anunciaram uma parceria para transmitir filmes do estúdio pela internet. A Amazon tem contrato para a compra de episódios de programas da Viacom, incluindo "Jersey Shore" e "Bob Esponja" e se prepara para lançar um serviço autônomo de streaming que também vai concorrer com a Netflix.
Hollywood também antevê que o YouTube e o Google em breve ampliarão seus serviços de TV e filmes para além da locação, incluindo as vendas. O Vudu, do Walmart, o CinemaNow, da Best Buy, o iTunes, da Apple, e o Hulu estão aumentando constantemente seu catálogo.
A concorrência pelos direitos de filmes e programas on-line esquentou também em lugares como o Brasil, onde a NetMovies Entertainment tem contrato para transmitir por streaming material pertencente à Walt Disney Company.
O dinheiro ainda não compensa a perda de faturamento dos DVDs, mas é substancial. Barton Crocket, analista da Lazard Capital Markets, estima que a Netflix gastou US$ 937 milhões em direitos de streaming, em 2011, e pagará US$ 1,8 bilhão, em 2012.
A Netflix comprou filmes da Weinstein Company, incluindo "O Artista". A DreamWorks está recebendo estimados US$ 30 milhões por filme ao longo de um número indeterminado de anos.
A Disney concordou em fornecer conteúdo de streaming para a Comcast, um provedor de serviços de TV a cabo e de internet, como parte de um contrato de dez anos que renderá bilhões de dólares à Disney.
Os estúdios trabalharam meticulosamente para chegar a esse ponto, resguardando o conteúdo, ou pelo menos evitando acordos de exclusividade que atrapalhassem o leilão.
Eles também tiveram a seu favor o acesso restrito do público à internet de banda larga: a indústria fonográfica foi rapidamente ultrapassada pela internet em grande parte porque músicas são suficientemente pequenas para que possam ser trocadas com uma velocidade de internet limitada.
"Ainda estamos no processo de aprendizado, mas está parecendo muito animador", disse Ken Werner, presidente da distribuição doméstica da Warner Brothers Television. "O mercado digital está evoluindo de uma forma ótima para nós."
Mas Roy Salter, consultor financeiro especializado no setor de entretenimento, compara o atual boom ao dos anos 1980 e 1990, quando as redes de TV do mundo todo inflacionaram os direitos autorais e visuais dos filmes.
Era uma bolha, pois alguns compradores, diante de um crescimento inferior ao esperado, não puderam continuar pagando o licenciamento.
Outra ressalva é que as produtoras de cinema não poderão lucrar com a exibição por streaming de novos filmes, por causa dos seus contratos com canais a cabo como HBO e Showtime. Há apenas um ano, a Netflix era a única companhia de porte nos EUA pagando bem e à vista por conteúdo para streaming.
Guber prevê que a coisa só tende a melhorar para os estúdios. "Ninguém vai para um site da internet para ver zeros e uns", disse ele, referindo-se ao código binário da informática. "Mas vai por causa dos 'ohs' e 'ahs' e as empresas de tecnologia sabem disso."


Fonte: Folha


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