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sábado, 19 de setembro de 2015

Os "menores" nunca estão errados?



Por: Franz Lima.

A insegurança no Rio de Janeiro não é novidade. Os apelos da população por mais atitude, fiscalização e energia por parte das polícias e a Guarda Municipal ainda ecoam. 
Então, recentemente, a PMRJ tem tido a iniciativa de conter tumultos, balbúrdias e furtos praticados por grupos de jovens na volta das praias. Constituídos por menores e maiores de idade, esses grupos se aproveitam do poder intimidador numérico para roubar ou, na melhor das hipóteses, tumultuar a viagem dos passageiros. A PM retira esses arruaceiros dos ônibus, revista-os e encaminha os que forem identificados como criminosos para apuração ou apreensão. Em suma, o cidadão de paz segue sua viagem com tranquilidade e em segurança. 
Pergunto: o que a Polícia Militar fez de errado no que narrei até agora? Eu acredito que essa é a atitude correta, diante dos delitos cometidos. 
Entretanto, um grupo de "ativistas" tenta impedir a polícia de cumprir seu papel ao acusar os policiais de truculência e discriminação. Sei que são cidadãos de bem, mas é óbvio que não são usuários do transporte público, principalmente quando o assunto é a volta da praia. 
Por não passarem pelo sufoco e o medo de uma viagem onde palavrões, ameaças e músicas incitando o tráfico e o ódio à polícia são proferidas, esses "ativistas" buscam seus cinco minutos de fama junto à Imprensa. Tenho a firme convicção de quem vivem em suas redomas e que se locomovem em seus confortáveis carros. 
Assim é fácil crucificar o policial que cumpre apenas seu dever. O PM honesto, correto, não faz distinção de cor ou condição social. O PM assume sua posição de defensor da ordem e segurança públicas quando frente a algo ou alguém que ponha esses valores em xeque, seja esse alguém do subúrbio ou o rico da zona Sul. 
Os "meninos"retirados dos veículos -em um dos últimos casos - tinham TODOS passagem pela polícia. 
É hora de parar com o revanchismo contra o agente público de segurança. A Polícia não é nossa inimiga, e sim os delinquentes que usam o medo para impor o domínio

quinta-feira, 20 de março de 2014

Quando o mercado editorial é comandado pelos jovens...


Em uma recente matéria publicada pela Folha, Úrsula Passos chama a atenção para um fato que comprova a necessidade dos leitores brasileiros pela conclusão das sagas por eles lidas: o prazo entre uma publicação literária e sua(s) sequência(s) está bem menor. 
Isso não se deve apenas ao apreço dos editores pelos leitores. A verdade é que a manutenção dos leitores, isto é, a conservação do número de leitores entre uma publicação e outra estava caindo vertiginosamente, motivada pelo longo espaço entre as publicações.
É desanimador para o leitor esse intervalo longo entre os livros. Em um período onde a literatura apela para as trilogias, quadrilogias, etc, fica difícil manter o interesse do público quando há demora nos lançamentos. Outro fato interessante está no público-alvo da literatura sequenciada: ele é, basicamente, constituído de jovens. Alguém conhece pessoas mais apressadas ou impacientes (não no sentido ruim da palavra) que os adolescentes e jovens? Eles são devoradores daquilo que curtem. São, literalmente, consumidores que precisam ter o que gostam dentro de seu próprio tempo, não dentro do tempo que os editores querem. 
E eles estão corretos? Para mim, estão. Levemos em conta que muitas séries estrangeiras já chegam aqui finalizadas, porém demoram demais para serem publicadas. Marketing ou não, o fato é que isso incomoda e desestimula o leitor.
As cobranças ocorrem até mesmo pelas redes sociais. Leitores entram em contato com os autores e pedem que a publicação ocorra o mais breve possível. No caso das edições já finalizadas, isto é fácil. Porém há séries inacabadas que não podem ter seu processo criativo acelerado. Aliás, quando esse processo de aceleração ocorre, o que vemos é uma continuidade mal feita e fãs decepcionados. 
As novas tendências editorias permitem que os leitores tenham ao seu alcance, quase em tempo real, as obras de seus autores preferidos. Os velhos tempos onde livros eram publicados com anos de diferença para seus países de origem acabou. Resta-nos ter esse tipo de tratamento também nas publicações com conteúdo didático e em obras de conteúdo mais "sério", não apenas nas obras de literatura fantástica.  



segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Lei que proíbe abuso na lista de materiais escolares já está em vigor. Veja o vídeo.




Fonte: EBC  e Portal Brasil


A partir de agora, as instituições de ensino estão proibidas de pedir aos pais, nas listas de matérias escolares, produtos de uso coletivo como itens de escritório, de limpeza e materiais usados pela área administrativa. O Projeto de Lei 126/2011 foi sancionado na quarta-feira (27/11) pela presidente Dilma Rousseff com o objetivo de evitar abusos nas listas de material escolares e já entrou em vigor. 
Pela  Lei nº 12.886 os pais não precisam mais fornecer às escolas, produtos como papel ofício em grandes quantidades, papel higiênico, algodão, álcool, flanela, fita adesiva, CDs, giz para quadro negro,  cartolina, estêncil, grampeador e grampos, papel para impressora, esponja para louça, talheres e copos descartáveis, dentre outros produtos que não sejam utilizados exclusivamente pelo aluno.

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