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sexta-feira, 8 de julho de 2016

Tatuagens minimalistas feitas por Mo Ganji com uma única linha.





Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

Mo Ganji é um artista único. Suas tatuagens são elaboradas para serem constituídas por uma única linha contínua. O resultado final é incrível e mostra um talento grandioso, criatividade extrema e um traço consistente, seguro. 
Por todas essas qualidades, Mo Ganji é presença garantida na galeria de arte do Apogeu.










terça-feira, 10 de novembro de 2015

Faber-Castell surpreende consumidores com “Galeria em Branco”


Para promover a plataforma Color PXL, campanha permite que pessoas deem vida a uma galeria de arte num vídeo colaborativo emocionante
São Paulo, 9 de novembro de 2015 – Após o sucesso da plataforma Color PXL, uma nova forma de colorir que integra o universo digital ao analógico, transformando o pixel numa nova manifestação de formas e cores feitas à mão, a Faber-Castell lança uma nova iniciativa para potencializar o objetivo da plataforma, lançada em setembro.

Em “Galeria em Branco”, campanha criada pela DAVID, a empresa promoveu um evento surpresa de colorir numa galeria de arte. Pessoas foram convidadas para conhecer um espaço em São Paulo e, quando chegavam à galeria, viam molduras em branco, num espaço hermeticamente monocromático.

As pessoas então eram convidadas a decifrar os quadros, reproduções pixelizadas que iam desde um simples pássaro até pinturas célebres, como a Monalisa - tudo seguindo o estilo das ilustrações oferecidas na plataforma Color PXL. A descoberta, no entanto, só acontecia depois de um trabalho colaborativo: era preciso que as pessoas usassem EcoLápis de cor Faber-Castell para pintar as telas e revelar os quadros que elas haviam sido convidadas para conhecer.

O conceito da campanha “De quadradinho em quadradinho, uma grande surpresa” é mostrado no final do filme. Para estender a experiência do filme,  a Faber-Castell convida a todos a pintarem seus próprios Pix Papers em http://colorpxl.faber-castell.com.br.

“A Galeria é, ao mesmo tempo, uma maneira de convidar quem ainda não conhece Color PXL a brincar conosco e, também, levar a experiência a um nível ainda mais emocionante – na qual uma pessoa normal pode experimentar o que é estar na pele de um artista”, comenta Rodrigo Grau, vice-presidente de criação da DAVID, agência que assina a campanha.

A ação foi gravada em São Paulo, no mês de outubro, e o resultado está no vídeo abaixo:


quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Faber-Castell reinventa livros de colorir com plataforma Color PXL,​ ​criada pela DAVID


Hábito que se tornou febre em 2015 inspira novo produto, que conecta mundos on e offline e é inspirado por elementos da cultura pop digital

  
​São Paulo, 31 de ​agosto de 2015 – No ano em que os livros de colorir caíram​ ​no gosto do consumidor brasileiro, a Faber-Castell está lançando o Color PXL, uma plataforma digital que traz frescor para  este público ao conectar universos digital e analógico, transformando o pixel numa nova manifestação de formas e cores feitas à mão.

Idealizado e desenvolvido pela agência DAVID, o Color PXL oferece uma diversidade de desenhos e possibilidades, todos inspirados por um elemento básico do universo digital: o pixel. Antes restrito às mentes por trás do desenvolvimento de computadores e telas, hoje o pixel virou praticamente elemento da cultura pop, tendo inspirado filmes e plataformas de games. Com Color PXL, a DAVID cria o “handmade pixel”. “É um jeito analógico de se divertir com cores e quadradinhos que explora com criatividade e relevância comercial toda a linha de EcoLápis e Canetinhas já presente no trade de Faber-Castell”, diz Rodrigo Grau, vice-presidente de criação da DAVID.

A plataforma digital Color PXL disponibiliza diversos Pix Papers para serem coloridos, divididos em três graus de dificuldade: fácil, médio e avançado. Os Pix Papers são folhas de papel A4 quadriculadas, sendo que cada quadradinho está identificado com um número que representa a cor que compõe o desenho. Após a pintura, cada Pix Paper se transforma num desenho divertido e super colorido de animais, monumentos históricos, dinossauros, profissionais de diferentes áreas e esportes, entre outros.
Para participar dessa experiência, basta acessar colorpxl.faber-castell.com.br e, com o produto Faber-Castell escolhido para colorir, definir o grau de dificuldade, baixar o Pix Paper, imprimir e começar a atividade. Com o Color PXL é possível escolher o desenho a partir de uma ilustração pronta, ou se surpreender após ele ser colorido, já que a plataforma oferece todos os Pix Papers para serem escolhidos apenas por dicas dadas. Quem gosta de criar e exercitar a criatividade pode imprimir os Pix Papers sem o código de cores e desenvolver o desenho que preferir!
Grid de pixels para criar o desenho. São três níveis.

Faber-Castell
SAC: 0800-701-7068

Sobre a Faber-Castell

Líder mundial na produção de EcoLápis de madeira plantada, a história da Faber-Castell se confunde com a própria criação do lápis. Fundada em 1761 na Alemanha, hoje a empresa possui escritórios em mais de 100 países. No Brasil, onde está presente desde 1930, três fábricas (São Carlos-SP, Prata-MG e Manaus-AM) e 9.600 hectares de floresta cultivada (também em Prata-MG) são as responsáveis pela produção de 1,9 bilhão de EcoLápis por ano. Com mais de 69 mil postos de venda no Brasil, exporta também para mais de 70 países. Seu portfolio inclui: EcoLápis de cor e de grafite, giz de cera, tintas escolares, canetinhas hidrográficas, apontadores, borrachas, canetas, lapiseiras, kits criativos, produtos artísticos, instrumentos e acessórios de luxo para a escrita. Seu projeto de plantio  e seus EcoLápis são certificados pelo FSC® (Forest Stewardship Council). Em 2004, o processo produtivo da Faber-Castell também recebeu o certificado ISO 14001, conquistando a recertificação em 2010. Em 2012 a  Faber-Castell estabeleceu uma parceria com a TerraCycle e lançou um programa de coleta que permite a transformação de instrumentos de escrita em matéria prima reciclada que substitui o material virgem que seria utilizado e evita o descarte de resíduos no meio ambiente. O consumidor pode ajudar se inscrevendo no Programa de Coleta e na Brigada de Instrumentos de Escrita Faber-Castell gratuitamente, por meio do site (http://www.terracycle.com.br/pt-BR/brigades/brigada-de-instrumentos-de-escrita-faber-castell.html).

sexta-feira, 24 de julho de 2015

A mesmice nas capas dos livros nacionais: falta de criatividade ou relaxamento?


Por: Franz Lima

Caso você seja um frequentador de livrarias ou bibliotecas e tenha procurado um livro dentre os recentes lançamentos - entenda recente como algo em torno de três anos - provavelmente encontrou um problema que está cada vez mais comum: a similaridade entre as capas. Esse problema se amplia quando o comprador não sabe o que quer e tenta encontrar um título pela capa. Nesse momento, o ditado "não julgue um livro pela capa" fica ainda mais pertinente, até mesmo porque todas as capas parecem iguais.
Mas será que isso é um problema de simples falta de criatividade ou 'criar' uma capa parecida com a de um livro de sucesso é a fórmula para também vender bem?
Vamos ver alguns dos recentes exemplos de similaridade que beiram as cópias despudoradas.

Mulheres com vestidos:

Esta é uma fórmula recorrente em muitos livros. Uma série de sucesso que usa a fórmula mulher bonita + vestido luxuoso é da autora Lauren Kate. Seus livros têm capas praticamente idênticas e possuem vários livros com visual similar. 

O visual sombrio marca as capas da série Fallen

A editora Seguinte preferiu o visual "princesa" em todas as capas desta série

E seguem as capas que preferem ir "no embalo" a criar algo inteiramente novo:









Aqui tentaram variar, mas a fórmula é a mesma
Agora, vamos a outra capa que é mais comum que moeda de 1 real. 
Casais à beira do beijo ou se beijando.








A falta de criatividade do "fenômeno" 50 tons e seus similares:


Temas similares e capas quase idênticas. Nem os títulos se salvam.

Faces com expressões sombrias, mas nem tanto...








Bocas em profusão:





Também podemos constatar as cópias/plágios que evidenciam ainda mais a total ausência de criatividade: Capas irmãs

Mas há boas capas no mercado que precisaram de pesquisa e rigorosa seleção, além da escolha de bons designers/ilustradores:

Anjos da Morte mistura anjos e Segunda Grande Guerra perfeitamente


Fios de Prata ilustra o universo de Sandman com muita qualidade

Apesar da aparente simplicidade, O Demonologista tem um acabamento impecável
Às vezes, a simplicidade é o segredo de uma boa capa

Esta capa anuncia com maestria o que nos aguarda no livro
Outro ótimo exemplo de criatividade e bom visual

Ainda que a matéria possa parecer muito crítica, o fato é que não há mais a preocupação em preparar um material atraente para o novo leitor. Caso você seja um conhecedor da obra ou do autor, certamente irá chegar ao livro, porém isso não acontece com os novos leitores que desconhecem os livros em questão. Também é preciso lembrar que muitos livros deixam de ser lidos por conta de seu aspecto simplório ou, nos casos inicialmente criticados, por causa da similaridade entre as capas. Óbvio que não se deve julgar um livro pela capa (lógica já imortalizada pela cultura popular), mas é impossível não notar o descaso com os leitores que são bombardeados por obras de visual extremamente parecido e conteúdos quase idênticos.

terça-feira, 7 de abril de 2015

Recomendação de leitura infantil: Papai, de Philippe Corentin.


Essa obra foi uma das que o Itaú disponibilizou no ano passado através do projeto "Leia para uma criança".
Escrito e ilustrado por Philippe Corentin, 'Papai' é um livro muito interessante. A história narra os minutos que antecedem o sono de um menino e os medos que chegam nessa hora tão complicada.
Pais e filhos irão se identificar com a trama, não só pela situação comum, mas pela forma diferente e criativa que o autor encontrou para ilustrar a imaginação de uma criança... ou de um monstro.
Um dos pontos interessantes deste livro infantil é a evidente preocupação em mostrar a importância do pai como figura protetora; incluindo um papai monstro!
Mesmo com pouco texto e ilustrações, o livro certamente irá entreter e agradar as crianças que o lerão. Não foi à toa que o Itaú o disponibilizou como um dos livros da campanha "leia para uma criança" no ano passado.
Logo, se você não foi um dos agraciados com a promoção cultural do banco, adquira um exemplar de 'Papai', e garanta uma ótima e divertida leitura para seus filhos e, claro, para você.





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