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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Clube de Regatas do Flamengo: a final da Copa do Brasil e o desprezo pelo torcedor.


Por: Franz Lima.
Mesmo diante das palavras sempre otimistas do lateral Léo Moura, a verdade é que tornou-se quase impossível para o torcedor com menor renda ir ao Maracanã na final da Copa do Brasil. 
O Flamengo é um time que possui uma das maiores torcidas do mundo. Aliás, ele tem a mais participativa que eu conheço e, claro, faço parte.
Foi com o apoio dessa mesma torcida que o clube alcançou suas maiores glórias. 
Entretanto, alguns dirão, torcida não ganha jogo. Sim, não há como discordar. O fato é que esses mesmos 'alguns' esquecem que o apoio faz a diferença em todas as ocasiões. Resultados à parte, sem o incentivo qualquer um pode ser afetado pelo desânimo, cansaço ou pela baixa autoestima. Reparem como um corredor cansado ganha novo fôlego ao ser apoiado. Assim sempre foi e será com relação à torcida do Flamengo que se mantém fiel mesmo nos momentos mais turbulentos.
A polêmica é válida. O clube não pode penalizar seus torcedores em prol de uma arrecadação maior, principalmente se levarmos em conta que o valor alto irá segregar a torcida. Falando em bom português, esse aumento irá beneficiar o clube, permitirá que uma elite assista ao jogo e excluirá o trabalhador mais humilde que, infelizmente, não dispõe de 250 reais (que é o menor valor). 
A massa rubro-negra é fiel ao clube. Resta agora que o Flamengo faça a sua parte e seja igualmente honesto com seus milhares de torcedores.
Jogue junto com sua torcida, Mengão.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Divulgação: Bienal do Livro no Ceará abre inscrições para visitas escolares.



Fonte: G1
As escolas particulares e da rede pública do Ceará já podem se inscrever para visitar a 10ª Bienal Internacional do Livro que ocorre entre os dias 8 e 18 de novembro, no Centro de Eventos, em Fortaleza. Segundo a organização do evento, as inscrições seguem até 5 de novembro.
A visitação escolar ocorre entre os dias 9 e 16 de novembro, sendo destinada a estudantes do ensino fundamental e médio, das escolas públicas e privadas do estado do Ceará, com idade mínima de seis anos.
Cada escola poderá inscrever, no programa de Visitação Escolar à Bienal Internacional do Livro, no mínimo 50 e no máximo 240 alunos. As escolas com 240 alunos inscritos terão que distribuí-los em duas turmas de 120, agendadas em dois dias de visitação, ou dois horários no mesmo dia, desde que não sejam horários subsequentes.
A entrada na Bienal é gratuita, mas só terão acesso os grupos de estudantes com agendamento prévio. Os responsáveis por cada grupo receberão "Kit-visitação Escolar", composto por crachás dos alunos, credencial do ônibus da escola e mapa de localização. Os alunos serão acompanhados por monitores da Secretaria da Cultura, que orientarão a visita pelos diversos setores da Bienal.
Ainda de acordo com a organização, a presença de, no mínimo, um professor ou acompanhante para cada grupo de 20 alunos é indispensável. O período máximo de permanência na bienal, para as escolas agendadas, será de duas horas.
Serviço
10ª Bienal Internacional do Livro do Ceará
Inscrições: até dia 5 de novembro
Local: Centro de Eventos do Ceará – Fortaleza (CE)
Entrada gratuita

Franz says: Uma ótima iniciativa que promoverá a busca dos alunos das escolas públicas pelos livros. Não há lugar mais apropriado que uma Bienal (ponto de encontro de Editoras, editores, autores e leitores) para iniciar, mesmo que tardiamente em alguns casos, a paixão pela leitura. Parabéns aos organizadores e idealizadores dessa ideia.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Governo lança na Flip programas para internacionalizar literatura brasileira. Via Estadão.


Fonte: Estadão. Com base em matéria publicada na Agência Brasil.

A Fundação Biblioteca Nacional (FBN), do Ministério da Cultura (MinC), anunciou nesta quarta-feira, 4, na Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), novos programas  para a internacionalização do livro e do escritor brasileiro.

A iniciativa faz parte da segunda etapa do Programa de Internacionalização do Livro e da Literatura Brasileira. As ações serão coordenadas pelo recém-criado Centro Internacional do Livro da FBN e preveem investimentos de R$ 76 milhões até 2020.

“Esse conjunto de programas e ações que formam a segunda etapa significa que o Brasil está se colocando para atuar no mercado mundial a partir da visão de uma política de Estado. Acho que isso é o mais relevante de tudo”, destacou à Agência Brasil o presidente da FBN, Galeno Amorim.

“Essa é uma das prioridades da política do livro que o governo federal vai passar a promover  e pretende ampliar no próximo período”, completou o secretário executivo do Ministério da Cultura, Vitor Ortiz.

Os quatro programas incluem bolsas de tradução para livros técnicos, científicos e profissionais; apoio à publicação nos países de língua portuguesa; residência de tradutores no Brasil; e patrocínio de viagem a escritores brasileiros, para divulgação de suas obras no exterior.

Os editais para os novos programas  serão publicados, um a cada semana, até a segunda semana de agosto, disse Amorim. As inscrições serão imediatas a partir da publicação.

O Programa de Residência de Tradutores Estrangeiros é inédito no Brasil. O secretário executivo do Ministério da Cultura informou à Agência Brasil que os tradutores estrangeiros que estejam fazendo a tradução de livros brasileiros poderão se candidatar a bolsas no valor de até R$ 15 mil.

O prazo para residência de trabalho é de até cinco semanas no Brasil. Galeno Amorim acrescentou que, na medida em que serão trazidos tradutores estrangeiros para cá, “nós também estamos fazendo acordos para  levar tradutores brasileiros para o exterior”.

Inicialmente, serão trazidos dez tradutores estrangeiros. “E nós  devemos levar um número maior que isso para o exterior. Aí, serão os países que vão convidar e assumir os custos”, comentou. Convênios com essa finalidade já estão sendo firmados com a Alemanha e a França, informou Galeno Amorim.

No caso do Programa de Apoio à Tradução e à Publicação de Autores Brasileiros no Exterior, que oferece bolsas de até R$ 8 mil para editoras internacionais que queiram publicar autores brasileiros, a FBN está ampliando a iniciativa para contemplar temas e eventos específicos, além da conversão do texto brasileiro para outro idioma.

Um exemplo disso são a literatura infantil e juvenil e a comemoração de centenários de escritores nacionais. Além de livros, poderão ser traduzidos também e-books (livros digitais).

Vitor Ortiz declarou que o Programa de Apoio à Tradução, lançado na Flip 2011, acaba de completar um ano. Nesse período, superou a expectativa inicial,  que era ter 75 traduções efetuadas. “Hoje, estamos com 111 [traduções], acima da média prevista”, comemorou. Ele espera dobrar esse número até 2013. Os investimentos programados para o programa, no período de dez anos, alcançam R$ 12 milhões.

O Ministério da Cultura quer atingir também nichos específicos. Aproveitando a presidência pro tempore do Brasil no Mercosul, Ortiz revelou que a intenção é ter um investimento especifico para tradução de livros brasileiros para a língua espanhola, visando aos mercados da América Latina. Essa iniciativa terá um aporte especial a ser definido.

Já o Programa de Apoio à Publicação de Autores Brasileiros na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)  engloba bolsas para editoras dos países-membros da CPLP no valor de até US$ 6 mil. O edital deverá contemplar, inicialmente, 12 bolsistas interessados em adaptar textos brasileiros para as características do idioma português falado em Portugal e em países africanos.

O Programa de Intercâmbio de Autores Brasileiros no Exterior, por sua vez,  contempla editoras estrangeiras que apoiem o intercâmbio de escritores brasileiros no exterior, para que promovam suas obras e a literatura brasileira por meio de palestras, sessões de autógrafos e entrevistas. O edital prevê o pagamento de bolsas de até US$ 3 mil para 30 autores.

Os investimentos anunciados envolvem ainda a participação do Brasil em feiras anuais internacionais, com o objetivo de promoção do livro brasileiro. Ortiz citou a Feira  do Livro de Frankfurt, na Alemanha, em 2013, e a Feira de Paris, na França, em 2014, nas quais  o Brasil será homenageado.

O secretário executivo do MinC salientou a importância da Flip, que completa dez anos nesta edição, para a literatura nacional e estrangeira. “É o principal  evento de promoção do livro no Brasil e está voltado para também receber e promover autores do exterior. É uma porta de entrada para quem vem de fora, para que o Brasil possa conhecer novos e grandes nomes da literatura internacional”.

Ortiz destacou que a Flip significa também uma “janela  de visibilidade” para os autores brasileiros. A Flip 2012 homenageia o poeta Carlos Drummond de Andrade. O evento se estende até o próximo dia 8.
 
Franz says: caso todas estas ótimas notícias realmente se concretizem, então teremos motivos para comemorar. Mas o problema todo está no gerenciamento do dinheiro público, principalmente no destinado à educação ou incentivo à cultura. Desvios de verbas ocorrem com dinheiro para a saúde, o que me leva a temer o futuro desta iniciativa que apoiará os autores nacionais. Resta-nos aguardar...



quinta-feira, 29 de março de 2012

Diminui o número de leitores no país e metade não lê




São considerados leitores aqueles que leram pelo menos um livro nos três meses anteriores à pesquisa. Diminuiu também, de 4,7 para 4, o número de livros lidos por ano. Entraram nessa estatística os livros iniciados, mas não acabados. Na conta final, o brasileiro leu 2,1 livros inteiros e desistiu da leitura de 2.
A pesquisa foi feita pelo Ibope Inteligência por encomenda do Instituto Pró-Livro (IPL), entidade criada em 2006 pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), Sindicato Nacional de Editores e Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares. "É no mínimo triste a gente não poder comemorar um crescimento", disse Karine Pansa, que acumula a direção do IPL e da CBL. Ontem, o Estado mostrou que 75% dos brasileiros nunca pisaram em uma biblioteca.
Participaram da apresentação representantes de entidades livreiras e do poder público, entre eles a ministra da Cultura, Ana de Hollanda. Ela destacou a importância do estudo para o direcionamento das políticas públicas do Minc e do Ministério da Educação. "Temos de ter um olhar da cultura que vai além do ensino e que abra os olhos para outras dimensões. O livro é que vai permitir a formação da cidadania", disse a ministra.
O levantamento foi realizado entre junho e julho de 2011, com 5.012 pessoas de 315 municípios, com 5 anos ou mais, em suas próprias casas. Todas as regiões do País foram incluídas e a margem de erro é de 1,4%.
Questões diversas. Para compor o mapa da leitura, questões diversas foram analisadas. Os principais motivos que mantêm leitores longe de livros são falta de tempo (53%) e desinteresse (30%). O livro digital, novidade deste ano, já é de conhecimento de 30% dos brasileiros e 18% deles já os usaram. A metade disse que voltaria a ler nesse formato.
A mãe não é mais a maior incentivadora da leitura, como aparecia na pesquisa passada. Para 45% dos entrevistados, o lugar é ocupado agora pelo professor. A biblioteca é o lugar escolhido para a leitura de um livro por apenas 12% dos brasileiros - 93% dos que leem o fazem em casa. Ter mais opções de livros novos foi apontado por 20% dos entrevistados como motivo para frequentar uma biblioteca. Porém, para 33% dos brasileiros, nada os convenceria a entrar em uma.
Entre o passatempo preferido, ler livros, periódicos e textos na internet ocupa a sexta posição (28%). Na pesquisa anterior, o índice era de 36%. Assistir à televisão segue na primeira posição (85%) - em 2007, era a distração de 77% dos entrevistados.
Dos 197 escritores citados, os mais lembrados foram Monteiro Lobato, Machado de Assis, Paulo Coelho, Jorge Amado e Carlos Drummond de Andrade. Já os títulos mais mencionados foram a Bíblia, A Cabana, Ágape, O Sítio do Picapau Amarelo - que não é exatamente título de nenhum livro de Lobato - e O Pequeno Príncipe. Best-sellers como Crepúsculo, Harry Potter e O Monge e o Executivo também aparecem. 
 
 Fonte: Estadão

terça-feira, 13 de março de 2012

Freguesia do Livro: uma iniciativa que deve ser propagada


Esta é uma iniciativa que pode e deve ser expandida por todo o país. Ler é um direito de todo cidadão e um dever para os que sabem o prazer de ter um livro em mãos. Não deixem seus livros já lidos acumulando poeira e fechados... eles precisam ser lidos por muitas outras pessoas.
Franz Lima
Só o nome Freguesia do Livro, movimento lítero-libertário, já dá vontade de sacudir as prateleiras. Temos divulgado a nossa iniciativa e não raramente encontramos leitores totalmente avessos à possibilidade de deixarem voar seus livros. Natural, a idéia não é nova, mas para alguns aficcionados é. Dolorosa até.
Respeitamos todos os leitores! Mas aqui neste espaço queremos incentivar aqueles que, como nós, querem divulgar os prazeres da literatura. Portanto TODOS que abraçarem a nossa idéia poderão participar. Ou seja, você pode contribuir:
  • doando livros
  • buscando livros na casa ou estabelecimento de quem quiser doar
  • levando os livros doados à um Ponto de Coleta ou de Leitura da Freguesia do Livro
  • divulgando a idéia do “CRIE ESPAÇO NA SUA PRATELEIRA“, incentivando mais pessoas a gostarem de ler
Quando estivermos com Pontos de Leitura cadastrados, quem sabe se não criaremos a Hora da Leitura para pequenos e grandes? É divertido trocar livros entre um grupo de pessoas, ouvindo o que o leitor anterior tem a dizer sobre o livro. Em uma espécie de publicidade pro outro gostar…
Para que possamos fazer o movimento da Freguesia do Livro ser realmente lítero-libertário precisamos que os interessados em colaborar nessa idéia entrem em contato conosco através de um comentário aqui embaixo ou preenchendo estes formulários, de acordo com a participação escolhida.

Conheçam mais do projeto e seus idealizadores. Cliquem na imagem acima...

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Livraria vs Web: o marketing usado com inteligência


A biblioteca pública de Milwaukee (Estados Unidos) usou uma estratégia interessante para tirar um pouco da atenção das pessoas da internet (redes sociais e similares) e levá-las a ler um livro.

Traduzindo:
Ponha seu rosto em um livro - Facebook.
Você poderia estar lendo - YouTube.
140 caracteres? Experimente milhões - Twitter.

Fonte: You Pix

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Livros: a salvação? Veja e tire suas conclusões.


Esta mensagem é uma prova de que as iniciativas não precisam de patrocinio. Tendo força de vontade, podemos buscar mudanças para a realidade triste de nosso país, cada um fazendo um pouco. Let´s try. Let´s beggin.



Manifesto - Só a leitura salva from Marcos Felipe on Vimeo.
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