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quarta-feira, 17 de junho de 2015

Aprenda sobre liderança com Game of Thrones


Traição, jogos emocionais e falsidade. Estamos falando da trama do bem-sucedido seriado Game of Thrones, que acaba de terminar sua quinta temporada. Mas será que a descrição não se aplica também ao seu ambiente de trabalho?
Fonte: BBC
Lições de liderança sobre vencer, chegar ao topo, tratar bem as pessoas (ou não) e gerenciar subordinados são fundamentais tanto no mundo da ficção quanto em empresas da vida real.
Aqui, dois influenciadores da rede social LinkedIn comentam o assunto.

Jeff Haden, dono da BlackBird Media

"Quando George R. R. Martin escreveu os romances da série As Crônicas de Gelo e Fogo, é possível que nem passasse por sua cabeça que eles se tornariam livros de autoajuda para empreendedores em busca de lições sobre liderança. Repletas de violência gratuita, incesto, magia negra e dragões, as histórias não trazem muita semelhança com a vida real", escreveu Haden em um post no LinkedIn.
"Mas tirando esses elementos, os romances (nos quais se baseia o seriado da HBO Game of Thrones) mostram a simples história de uma disputa para ser o melhor: o melhor guerreiro, o melhor líder e o melhor reino."
Quais lições podem, então, ser tiradas dos Sete Reinos de Westeros? Haden oferece três das principais:
"A atenção é uma virtude. O oitavo episódio da quarta temporada gira em torno de uma luta aparentemente impossível de ser vencida entre o príncipe Oberyn, um homem de estatura normal, e o gigante Ser Gregor. A agilidade de Oberyn o ajuda a correr ao redor de seu enorme rival. Infelizmente, o príncipe sofre de uma falta de concentração momentânea e Gregor aproveita a oportunidade para acabar com ele."
"É algo brutal, claro, mas em termos corporativos, há uma lição aqui: sempre se mantenha alerta e concentrado na tarefa que está executando."
"A sorte sorri para os corajosos. Os Dothraki poderiam ter se tornado oponentes terríveis. Mesmo assim, os Lannisters, Starks e Baratheons não tinham medo deles por um simples motivo: os Dothraki temiam o mar, e todos sabiam disso. O medo dos Dothraki os tornou impotentes, presos a uma rotina e incapazes de crescer ou se tornar mais poderosos", explica Haden.
"É como se eles fossem a BlackBerry do seriado: uma empresa sólida em seu próprio mundo, mas indiscutivelmente indiferente às oportunidades lançadas pelos telefones de tela de toque. Enquanto isso, sua principal rival, a Apple, se jogava na exploração de novos territórios. O resultado: a Apple decolou e a BlackBerry fracassou", exemplifica.
"Nunca se subestime. Se você já assistiu a Game of Thrones, provavelmente já ouviu a frase: ‘Você não sabe nada, Jon Snow’. Ironicamente, ela não poderia estar mais distante da realidade. O filho ilegítimo do Lorde Eddard Stark deixou rapidamente de ser a ovelha negra da família para se tornar o Comandante da Muralha", diz Haden.
"Ele não só é corajoso e inteligente, como também acredita em si mesmo e não tem medo de seguir seus instintos – qualidades que todo bom líder precisa ter. O resultado é que ele ganhou o respeito de praticamente todos a sua volta."
"Enquanto outros homens dos Sete Reinos de Westeros estavam ocupados enchendo a cara, transando com a irmã ou planejando atos de violência, Snow se destacou na disputa pelo Trono de Ferro", escreve Haden. "Ele é ao mesmo tempo o superazarão e a prova de que você nunca deve se subestimar."

David Beebe, vice-presidente de marketing global do grupo Marriott International

Assim como os reis de Game of Thrones podem ser destronados por personagens até então menores, o mesmo pode acontecer com altos executivos. É importante ter isso em mente ao tratar com seus subordinados, até mesmo o estagiário que está trabalhando de graça.
"A responsabilidade dos estagiários e a estrutura de programas de estágio variam de empresa para empresa", escreve Beebe em um post sobre o assunto no mesmo LinkedIn. "É crucial pensar como formar uma relação com o estagiário e aprender com eles."
Entre as principais dicas do executivo para se lidar com estagiários estão:
"Deixe-os familiarizados. Não importa o tamanho da companhia. É fundamental que os estagiários conheçam a empresa e sua história, seus valores, seus departamentos etc. Pode ser algo já batido para você, mas é novidade para eles", afirma Beebe.
"Convide-os para reuniões (quando possível). Deixe-os à vontade para dar suas opiniões, contribuir e compartilhar suas ideias", aconselha o executivo. "Eles estão na empresa para aprender, mas você e seus colegas também podem aprender com eles – não se deve ignorá-los e colocá-los em um canto."
"Dê feedback a eles. Não deduza que eles sabem o que é bom ou ruim. Para muitos, essa é a primeira experiência no mundo do trabalho e um feedback consistente os ajudará a se guiarem."
"Delegue a eles um projeto de longo prazo. Fora das reuniões e dos projetos do dia a dia, envolva-os junto com outros estagiários ou funcionários em um projeto que eles possam desenvolver ao longo da duração do estágio e apresentar para as diversas equipes", recomenda Beebe.


quinta-feira, 28 de junho de 2012

Qual o limite para o que postamos nas Redes Sociais?


Por Franz Lima
Tenho verificado que há uma grande liberdade para o que é postado nas Redes Sociais. Seja pelo twitter, facebook, linkedin ou qualquer outra similar, o fato é que não há limites (literalmente) para o que se pode publicar nelas. Alguns optam por fotos insinuantes, outros por demonstrar poder com armas e ainda os que se gabam de atos ilícitos. Claro, muitos fazem ótimo uso destas fontes de comunicação, publicando trabalhos, divulgando cultura e usando as redes para melhorar. 
Mas qual é o real limite para o uso destes perfis? Na verdade, não há limites, principalmente com as atuais leis brasileiras onde ainda prevelace o desconhecimento ou o descaso pelo assunto. Então, baseados nesta "brecha", homens e mulheres dão asas à imaginação ao se tornarem pessoas totalmente adversas ao que a realidade mostra. Alguns se tornam mais fortes, outros demonstram intelectualidade (via google), há os que abusam de comentários maliciosos e, ainda, aqueles que fazem da vida das pessoas o assunto do momento. Entre fofocas, brigas, comentários, sexualidade e muito mais, a sensação que fica é a da impunidade, certo? Bem, se você concordou, lamento informar que está muito enganado. 
Atualmente, não há como se desvincular dos perfis sociais, principalmente se o assunto for a busca de um emprego, viagem ao exterior ou o simples pedido de adesão de uma pessoa a sua rede. 
Notícias recentes informam de casos cada vez mais estranhos: pessoas que são deportadas por declarações politicamente incorretas, empregos perdidos por conta de comentários ou comunidades consideradas agressivas ou impróprias, prisões feitas com base em fotos publicadas e até separações com base em amizades entre ex-amantes. Os casos são cada vez mais comuns e acabam ganhando até um certo tom cômico, porém nem sempre as histórias acabam bem.
Quando alguém se associa a uma comunidade nazista, inevitavelmente deve ter consciência de que isso não será visto bem ao buscar contatos nas redes. As pessoas não gostam (mesmo os que secretamente o fazem) dos nazistas, dos pedófilos, de ladrões, dos "posers", dos racistas e de muitos outros rótulos depreciativos. Então, com base no dito anteriormente, o certo seria não encontrar mais estes perfis possuidores de tais características, certo? Novamente, lamento informar que está errado. Há inúmeros perfis (falsos ou não) de pessoas que se vangloriam de ter estas características ou estar associadas ao "lado negro da força", confiantes em uma anonimato que não existe. Uma simples busca e eles estarão à nossa frente.
Mas enquanto o indivíduo prejudica apenas a si mesmo, o problema não é tão grande. Infelizmente, sempre haverá - pelo menos enquanto nada for feito para punir - quem divulgue fotos, espalhe boatos ou prejudique outros pelo simples prazer de ver a desgraça se espalhar. Também ainda existem pessoas que transformam o facebook e o twitter em um diário virtual. Locais em que estão ou irão, pessoas com as quais convivem, traições, números de telefone, endereço... informações que não deveriam estar disponíveis, capazes de identificar comportamento e rotina do usuário. Com base nisso, criminosos cometem sequestros e roubos, pois as vítimas dizem tudo o que é necessário para ajudar na prática do delito. 
Não vou esticar muito o assunto, porém quero evidenciar a gravidade do excesso de exposição via perfis sociais. Não é só sua intimidade que pode correr riscos por conta da vaidade, do vício ou das brincadeiras. Sua vida e a das pessoas que ama estão sob constante vigilância e, munidos de tantas informações pertinentes, indivíduos de péssima índole podem chegar até vocês. Continuem a publicar, mas tenham ao menos um pouco mais de cautela e sabedoria sobre o que disponibilizam. Vocês realmente conhecem quem os seguem?
#Ficadica

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