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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Meu primeiro texto na Obvious Mag. Conto com o apoio de vocês...


Para os que ainda não sabem, estou atuando como colaborador Lounger na Obvious Mag. A responsabilidade é muita, pois trata-se de um site com grande prestígio e muitos colaboradores. 
Sendo assim, peço que prestigiem esta nova empreitada e, se possível, comentem por lá o que acharam do texto. Eis o link: 
Muitos outros virão, podem contar.
Abraços a todos...
Franz.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

A medida do teu esforço.


Por: Franz Lima.

Eu ouvi muitos lamentos e vi muitas mãos que imploravam por ajuda. Vi rostos tristes e lábios que maldiziam seus infortúnios. Contemplei pés que estagnaram diante do abismo, e braços que cederam às águas turbulentas.
Tudo isso eu vi e ouvi.
Mas ainda hoje aguardo pelos que cessam as lamúrias e passam a buscar a própria felicidade. Foram poucas as faces que abandonaram a tristeza diante da simples felicidade de estar vivo. Foram raras as vozes que iniciaram o dia com um simples "obrigado".
Quantos se lembraram que um abismo, por maior que seja, pode ser transposto? Quais foram os que entenderam que as águas bravas também levam às margens calmas?
Tudo isso eu gostaria de ter visto e ouvido mais.
Pois é fato que sempre haverá dor e sofrimento, luta e desgaste. Mas também é fato que todo fracasso é resultado direto do simples "abandono", ao passo que a vitória é medida pelo teu esforço.
Que a queda o lembre da existência do solo, do caminho a ser trilhado...

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Um texto onde todas as letras das palavras começam com 'P'.


Autor desconhecido.

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, preferindo Pedro Paulo precaver-se.
Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundo pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo… Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo. Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir.
Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias? Papai proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.
Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus.
Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro.
Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo.
Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar… Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

As 10 garrafas... para morrer de rir.


O texto é antigo, mas muito divertido. Boas risadas...

Eu tinha lá em casa dez garrafas de cachaça, da boa. Mas minha
mulher obrigou-me a jogá-las fora.
Peguei a primeira garrafa, bebi um copo e joguei o resto na pia.
Peguei a segunda garrafa, bebi outro copo e joguei o resto na pia.
Peguei a terceira garrafa bebi o resto e joguei o copo na pia.
Peguei a quarta garrafa, bebi na pia e joguei o resto no copo.
Pequei o quinto copo joguei a rolha na pia e bebi a garrafa.
Peguei a sexta pia, bebi a garrafa e joguei o copo no resto.
A sétima garrafa eu peguei no resto e bebi a pia.
Peguei no copo, bebi no resto e joguei a pia na oitava garrafa.
Joguei a nona pia no copo, peguei na garrafa e bebi o resto
O décimo copo, eu peguei a garrafa no resto e me joguei na pia.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Estudante de SP afirma ler 900 páginas em uma hora.


Fonte: G1

Uma pesquisa recente revelou que o brasileiro lê apenas um livro por ano. Já pensou quem consegue ler uma publicação de novecentas páginas em apenas uma hora? Quem faz isso é um estudante de São José do Rio Preto (SP), Luís Antônio Gonçalves Netto, de 16 anos, que é especialista numa técnica chamada “leitura dinâmica”.
Nas estantes de casa, já não cabem mais livros. O estudante já leu 4 mil títulos. O número impressiona, mas o que mais chama a atenção mesmo é o tempo que o estudante leva para fazer a leitura: são 900 páginas por hora, 15 páginas por minuto, cerca de 5 segundos por página.
O estudante aprendeu a fazer a leitura dinâmica sozinho e criou técnicas para que ela ficasse tão rápida. “Minha leitura é uma diferente da tradicional, que é uma leitura horizontal, que a pessoa pega palavra por palavra. Minha leitura é na vertical, é uma visão só, mais ampla da página”, conta Netto.
Para ler como ele é preciso muito treino. “Há dois anos eu venho treinando e a velocidade foi melhorando gradativamente. Foi muito treino, eu lia todos os dias, diversos livros”, explica o estudante.
Para o estudante a lista de livros do vestibular não é nenhum bicho de sete cabeças. Aliás, ele até ajuda os amigos na escola. “Alguns amigos pedem para ele ler e fazer um resumo. Em poucos minutos ele lê o livro e consegue criar a resenha. A molecada adora”, conta o pai, Evando Luís Gonçalves.
Na livraria, o apaixonado pela leitura já é conhecido por todos. O adolescente não pretende parar. Luis percebe todos os dias como a leitura transforma a maneira como ele vê o mundo. “Posso dizer que descobri novos lugares, novos pensamentos. Isso foi muito importante na minha vida. Começar a ler é um incentivo para você se tornar cada vez mais uma pessoa melhor”, finaliza Netto.

Dicas para ler mais rápido:
 
Conte quantas palavras você lê em um minuto
Um leitor normal lê 150. Já um leitor dinâmico lê de 5 a 8 vezes mais: 800 palavras neste tempo.

Use os dedos
Acompanhe as linhas com o dedo. Tente acelerar e ler mais rápido. Seu cérebro vai ser forçado a absorver mais informações.

Visualize blocos
Com treino, seu pensamento vai mudar e seus olhos aprenderão a focar em um único ponto da palavra. A técnica faz com que você veja o texto em unidades de pensamento e não como uma sequência de letras. Você vai passar a compreender de sílabas a palavras e de palavras a ideias centrais do texto.


Franz says: apesar de ter absoluto conhecimento de que não usamos nossa plena capacidade cerebral (muito ao contrário) ainda vejo esse tipo de notícia com uma certa desconfiança. Não digo que seja impossível tal prática, porém questiono se o tipo de leitura feita pelo adolescente é uma leitura crítica, onde a análise daquilo que se lê é feita com base, não uma simples leitura de "entretenimento", despretensios. Ler muito não é sinônimo de absorção das lições englobadas nos livros. É preciso saber filtrar o que há nessas leituras e reter o melhor, indicar os pontos negativos e não aceitar simplesmente o que foi escrito. 
Essa é minha humilde opinião.
 



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