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domingo, 13 de maio de 2012

No seu dia...




Acordei com uma estranha sensação a englobar meu coração. Uma leve tristeza por não tê-la por perto, pois hoje é o seu dia.
Levantei e, ainda embargado pelo sono, busquei sua presença nos cômodos da casa. Tudo em vão.
Fui até a porta da entrada da casa, abri-a e sentei nos degraus de acesso. Uma brisa aliviava o calor que já estava forte. No horizonte, não a vi. E a dor por não tê-la aumentou. Sei que se estivesse por aqui, certamente já teria me dado um beijo e uma bronca por estar sem camisa. Quanta saudade de tudo.
O dia é seu, mas não há como recuperar nosso tempo. Por que partiu?
Voltei para o interior da casa. Voltei a dormir, com a esperança de que a saudade diminuísse.
No instante em que adormeci, uma mão acariciou meu rosto. O clima no quarto era de uma paz indescritível. Então, uma voz calma disse:
- Durma bem e afaste essa tristeza da alma. Jamais estive longe de você. Sempre protegerei meu menino.
Ela levantou-se, olhou mais uma vez seu filho e com um breve e amoroso beijo se despediu.
O amor de uma mãe é mais forte que a própria morte.
Em homenagem à mulher com quem pouco vivi, mas que amo tanto e a todas as mães do mundo. Parabéns!
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