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domingo, 18 de maio de 2014

Conheça as empresas mais eficientes na proteção de dados.




Fonte: Link Estadão.
SÃO PAULO – Um relatório da Electronic Frontier Foundation (EFF) publicado nessa sexta-feira avaliou as empresas de tecnologia a respeito da proteção dos dados dos usuários quanto a pedidos de dados feitos pelos governos.
A pesquisa deu nota máxima a grupos como Apple, Google, Facebook, Microsoft e Twitter, e teve como Amazon e Snapchat como destaques negativos, usados como exemplos de companhias que pouco se preocupam com as informações pessoais de quem os utiliza.
A pesquisa, desenvolvida pela empresa pela quarta vez, mostra avanços no que diz respeito à preocupação com a privacidade dos usuários — o relatório atribui tal progresso ao escândalo de vigilância da agência de segurança norte-americana, a NSA, revelado pelo informante Edward Snowden.
Seis critérios foram levados em consideração pela pesquisa, e a cada um deles foi concedido uma estrela: exigência de mandado judicial; informa os usuários sobre solicitações do governo; publicação de relatórios de transparência; clareza com relação à política sobre as demandas governamentais; luta pelo direito de privacidade dos usuários e oposição à vigilância em massa. “Pela primeira vez desde 2011, todas as empresas pesquisadas ganharam ao menos uma estrela a mais em comparação com a temporada anterior”, diz o relatório, que pode ser lido (em inglês) na íntegra.
Ao todo, quinze empresas conquistaram notas entre 5 e 6 estrelas Apple, CREDO Mobile, Dropbox, Facebook, Google, Microsoft, Sonic, Twitter e Yahoo (com seis); LinkedIn, Pinterest, SpiderOak, Tumblr, Wickr e WordPress (com cinco). O Snapchat ficou sozinho com uma estrela, e mereceu menção especial: “A pouca preocupação do Snapchat é problemática, especialmente porque é um aplicativo que coleta dados extremamente particulares de seus usuários, como imagens comprometedoras. Esperamos urgência para que isso mude”, diz a EFF.
Franz diz: antes de nos preocuparmos com a segurança das informações digitais, precisamos nos ater a nossa própria educação digital. De certa forma, colaboramos para a coleta dessas informações por desatenção com os princípios básicos de segurança digital. 
Entretanto, o que considero mais perigoso não é o roubo das informações digitais em si, principalmente quando averiguamos que as principais empresas buscam pela excelência na proteção de nossos dados. O que me deixa atônito é a forma como divulgamos dados pessoais, localização e até a própria rotina pelas redes sociais. É exposição demasiada que compromete a segurança e a integridade de quem as divulga, mas também põe em risco a vida de pessoas próximas. É preciso divulgar os malefícios desse comportamento descomprometido com a cautela.
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Um comentário:

  1. Concordo contigo, Franz! Mais importante é a educação sobre quais informações devemos colocar na internet do que a politica de segurança das informações.

    Afinal, não só os vazamentos devem ser considerados. Um vírus simples pode capturar tudo o que você digita no seu computador sem a necessidade de qualquer uma dessas empresas compartilhar suas informações.

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