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segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Casal que inspirou "A culpa é das estrelas" morre com poucos dias de diferença.




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Fonte: Livros e Pessoas com base no original de Nathalia Salvado, no Vírgula.

Dalton Prager, menino que inspirou o livro A Culpa É das Estrelas, de John Green, morreu aos 25 anos, no último sábado (17), devido uma infecção. Na última quinta-feira (22), apenas cinco dias depois do marido, morreu a mulher, Katie Prager, devido a complicações da fibrose cística e de um transplante de pulmão. Ela tinha 26 anos e sempre batalhou contra a doença, que afeta os pulmões.

“Mais cedo ela teve o desejo de estar em casa atendido. Estava em sua cama, perto da mãe, pai, irmão e seus cachorros, morrendo em paz, longe dos tubos do hospital”, escreveu Debra Donovan, mãe da garota, no Facebook.

Dalton foi a referência de Green para criar o personagem Augustus Waters, enquanto alguns sites dão conta que Katie inspirou a protagonista Hazel Grace Lancaster, no livro que arrebatou corações por todo o mundo. John Green já teria declarado que para dar vida a Hazel se inspirou na história da amiga pessoal Esther Grace, que batalhou contra um câncer agressivo. Alguns fãs contestam a versão de sites internacionais de que Dalton teria sido referência para Augustus.


Dalton e Katie sofriam da mesma doença e enfrentaram juntos muitos problemas de saúde. O rapaz desenvolveu um linfoma após fazer um transplante de pulmão em 2014. O transplante de Katie, em 2015, também foi problemático e ela ia e voltava para o hospital, até os médicos dizerem que não havia mais nada a ser feito.
Os médicos de Katie disseram que ela não deveria ter nenhum contato com outro paciente com fibrose cística, mas ela insistiu em ficar com Dalton, a quem conheceu na internet. Eles se casaram dois anos depois de se conhecerem, em 2011, aos 20 anos de idade cada.
“Disse para Dalton que prefiro ser feliz de verdade por cinco anos da minha vida e morrer mais cedo a ser mediocremente feliz e viver por 20 anos”, disse Katie certa vez.
Franz diz: uma prova de que viver bem não é viver muito. Eles encontraram o amor e viveram o que o destino havia lhes reservado. Uma bela história (ainda que trágica) que serve para que reavaliemos melhor nossos conceitos de amor.
A notícia serviu para despertar a curiosidade sobre o filme e o livro. Depois conto o que achei...  
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